Ciência Negra para a Descolonização do Saber - 

Palestras no Kwanzaa de 2012 em São Paulo, SP.

Para quem quiser conhecer mais do meu trabalho em que sou convidado para falar com estudantes e professor@s pelo Brasil, assistam uma palestra que dei em um Kwanzaa organizado por mim e outr@s irmãos e irmãs em São Paulo no ano de 2012:

https://www.youtube.com/watch?v=jvuo4VgGqMM

Meu plano com esta divulgação científica é mostrar para a sociedade brasileira um continente africano para além da escravidão, guerra civil, pobreza, miséria e para além da arte e o esporte.
Mostrar a produção científica e tecnológica do território africano e afrodescendente na diáspora, desde a antiguidade até os tempos atuais é o meu objetivo.
Se pensarmos na formação da sociedade brasileira, ela é baseada em três grandes grupos étnicos: os povos indígenas, os povos europeus e o povos africanos, porém só temos contato com a cultura europeia no ponto de vista da educação e ciência,
mas graças à pesquisa e divulgação, a contribuição dos povos africanos e afrodescendentes tem ganhado mais destaque e
assim teremos uma educação menos racista e colonizadora.
Ideologicamente só conhecemos a história da população negra a partir da escravidão, como se antes disso não existisse
mais nada, como se elas e eles não tivessem importância e nada além disso a oferecer. A “Lei Federal nº 10.639/2003, que tornou obrigatório o ensino de História e Cultura Africana e Afro-Brasileira nas escolas de Ensino Fundamental e Médio” visa ressaltar a importância do ensino e valorização das raízes e pilares de nossa história, fazendo com que a África seja vista como parte para além do subdesenvolvimento construído pelo europeu.
Como eu mencionei numa postagem antiga, A História Negra Inicia-se Antes da Escravidão!



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